Descrição
Mosteiro dos Jeronimos
Obra fundamental da arquitectura Manuelina, o Mosteiro dos Jerónimos foi encomendado pelo rei D. Manuel I, pouco depois de Vasco da Gama ter regressado da sua viagem à Índia.
A obra iniciou-se em 1502 com vários arquitectos e construtores. No reinado de D. João III foi acrescentado o coro alto.
O seu nome deriva do facto de ter sido entregue à Ordem de São Jerónimo, nele estabelecida até 1834. Sobreviveu ao sismo de 1755 mas foi danificado pelas tropas invasoras francesas enviadas por Napoleão Bonaparte no início do século XIX.
Inclui, entre outros, os túmulos dos reis D. Manuel I e sua mulher, D. Maria, D. João III e sua mulher D. Catarina, D. Sebastião e D. Henrique e ainda os de Vasco da Gama, de Luís Vaz de Camões, de Alexandre Herculano e de Fernando Pessoa.
Os elementos decorativos são repletos de símbolos da arte da navegação e de esculturas de plantas e animais exóticos.
Museu da Coleção Berardo
Esta colecção de arte dos séculos XX e XXI reside na presente localização no CCB (Centro Cultural de Belém) desde 2008. Inclui uma exposição permanente cujos percursos se modificam frequentemente e diversas exposições temporárias. O museu oferece também actividades criadas expressamente para que toda a família possa desfrutar da colecção e aprender com ela.
Torre de Belem
A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo patrono de Lisboa, S. Vicente, no local onde se encontrava ancorada a Grande Nau, que cruzava fogo com a fortaleza de S. Sebastião.
Localizada na margem direita do rio Tejo, onde existiu outrora a praia de Belém e inicialmente cercada pelas águas em todo o seu perímetro, progressivamente foi envolvida pela praia, até se incorporar hoje à terra firme, a Torre de Belém é um dos maiores ex-libris de Portugal.
Classificada como Monumento Nacional, é considerada pela UNESCO como Património Cultural de toda a Humanidade desde 1983.
O inicio da sua construção deu-se em 1514 e ficou finalizada em 1520. O monumento reflecte influências islâmicas e orientais, que caracterizam o estilo manuelino e marca o fim da tradição medieval das torres de menagem, tendo o primeiro baluarte para artilharia no país.
Museu de Arte Antiga
O museu situa-se perto de Santos o Velho e tem uma vista magnífica sobre o rio Tejo. Também conhecido como Museu das Janelas Verdes (este nome surgiu por causa da rua onde está localizado – Rua das Janelas Verdes), foi construído em 1884 para receber as peças provenientes de mosteiros e igrejas que passaram a ser propriedade do Estado.
A colecção deste museu inclui arte europeia, pintura, escultura, joalharia, mobiliário, cerâmica, têxteis e outras artes decorativas que representam as formas artísticas concebidas desde a Idade média até ao séc. XX. Mostra ainda uma colecção impressionante de objectos provenientes de África, Índia, China e Japão.
O Museu Nacional de Arte Antiga tornou-se uma referência essencial para aqueles que querem saber mais e perceber a arte portuguesa ao longo dos anos.
Convento da Ordem do Carmo
Mandado construir em 1389 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira, o Convento da Ordem do Carmo ergue-se numa posição privilegiada, sobranceira ao Rossio (Praça de D. Pedro IV), e próxima ao morro do Castelo de São Jorge.
A igreja do convento, que já foi a principal igreja gótica de Lisboa, ficou em ruínas devido ao Terramoto de 1755 e é uma das principais marcas deixadas pelo terramoto ainda visíveis na cidade. O convento eventualmente passou a ser uma dependência militar e, durante a Revolução dos Cravos, foi no quartel do Carmo que o Presidente do Conselho do Estado Novo, Marcelo Caetano, se refugiou dos militares revoltosos.
Actualmente as ruínas são sede do Museu Arqueológico do Carmo
Bairro Alto, Chiado e Igreja de São Roque
O Chiado é, hoje, uma área de comércio nobre com todo o tipo de facilidades e animação de rua. Aqui encontra hotéis, teatros, livrarias, museus, restaurantes, lojas de designers portugueses famosos e o famoso refúgio favorito de personalidades como Fernando Pessoa e Eça de Queiroz.
em tempos teve e agora ele está melhor que nunca!
A legendária Igreja de São Roque situa-se em pleno Bairro Alto, no Largo Trindade Coelho, também conhecido por Largo da Santa Casa, em pleno centro histórico da cosmopolita Lisboa.
A Igreja começou a ser construída em 1506, junto a um cemitério onde eram enterrados os que morriam de peste, situado já fora das muralhas da cidade, e dedicada a São Roque, protector da peste.
Aqui se institui a Irmandade de São Roque, com estatutos próprios, e em 1553 instala-se a Companhia de Jesus que edifica sobre a construção anterior a estrutura visível hoje em dia, mantendo a Capela de São Roque no interior.
Em 1768, a Companhia de Jesus é expulsa do território Português, ficando a Igreja de São Roque e os respectivos bens então entregues à Misericórdia de Lisboa, estando hoje em dia expostos no Museu de Arte Sacra de São Roque, ao lado da Igreja.
Castelo de São Jorge
Declarado Monumento Nacional em 1910, pouco antes da implantação da República, o Castelo de São Jorge ergue-se na mais alta colina de Lisboa e foi desde muito cedo um espaço aprazível para a ocupação humana, datando do século II a.C. a primeira fortificação conhecida.
Intervenções arqueológicas permitiram registar testemunhos de ocupação desde pelo menos o século VI a.C.. Fenícios, Gregos, Cartaginenses, Romanos e Muçulmanos por aqui passaram.
O monumento oferece aos visitantes os jardins e miradouros de onde se pode observar a cidade em todo o seu esplendor, um espectáculo multimédia (Olisipónia), uma câmara escura (Torre de Ulisses – viagem de 360º sobre Lisboa), espaço de exposições, sala de reuniões/recepções (Casa do Governador) e loja temática.
O nome actual deriva da devoção do castelo a São Jorge, santo padroeiro dos cavaleiros e das cruzadas, feita por ordem de D. João I no século XIV.
Miradouro da Senhora do Monte
Já foi um dos maiores segredos da cidade, mas tem vindo a ser descoberto por guias turísticos e por casais de namorados. Oferece uma vista panorâmica de Lisboa, que também é observada por uma pequena imagem da Virgem que dá o nome ao miradouro. Por trás da imagem está uma pequena capela do século XVIII. Conta uma lenda antiga que as grávidas que se sentassem na cadeira de pedra no interior teriam os partos facilitados.
Este é um dos pontos mais altos da cidade, por isso avistam-se vários monumentos, identificados num painel de azulejos.
O miradouro é muito procurado ao pôr-do-sol, mas durante o dia há também quem fique horas à sombra das oliveiras, ciprestes e pinheiros-mansos.
Praça do Comercio
Esta é uma das praças mais majestosas de Lisboa e foi, em tempos, a principal entrada marítima da cidade. O nome Terreiro do Paço é, claramente, uma referência ao Palácio que aqui esteve durante 400 anos, até à altura do terramoto de 1755 que o destruiu quase na totalidade.
No lado norte, a praça é centrada por um impressionante arco que conduz à Rua Augusta, uma das principais áreas de comércio pedestre da baixa de Lisboa. O arco está decorado com estátuas de personalidades históricas, como Vasco da Gama (marinheiro português) e Marquês do Pombal (responsável pela reconstrução de Lisboa depois do grande terramoto).
Os espaçosos edifícios arqueados, que se estendem pelos outros três lados da praça, são hoje sede de departamentos governamentais e de alguns restaurantes.
No centro da Praça do Comércio, em tempos usado como parque de estacionamento e devolvido recentemente aos Lisboetas, encontra a estátua do Rei José I (rei de Portugal na altura do terramoto de 1755.
Parque das Nações
Esta é a mais recente zona nobre de Lisboa. O espaço em tempos ocupado pela ‘Expo 98’ não foi deixado ao abandono e é hoje conhecido como Parque das Nações. Frequentado tanto de dia como de noite, reúne inúmeras atracções: pode optar por um passeio na promenade junto ao rio ou apenas apreciar a Ponte Vasco da Gama sentado à beira-rio; visitar alguns dos pavilhões que se mantiveram abertos, como o Oceanário, o Pavilhão da Realidade Virtual, o Pavihão do Conhecimento e andar de teleférico entre tantas outras coisas.
O parque foi construído sob o tema “Os oceanos, uma herança para o futuro” e contou com a participação de cerca de 142 países e organizações internacionais. Hoje, oferece aos visitantes uma experiência única!










